FONTE: TRIBUNA DE CIANORTE
Os preços do gás de cozinha e produtos similares terão reajustes de
15% a 18% nesta segunda-feira (1º/09). A informação é do Sindicato das
Empresas de Atacado e Varejo de Gás Liquefeito de Petróleo de Maringá
(Sinegás). Com isso o botijão de 13 kg que hoje custa R$ 45, passará a
ser vendido por no mínimo R$ 52, podendo chegar a R$ 55. Segundo
informações do sindicato, o acréscimo anual das distribuidoras coincidiu
com o dissídio coletivo.
“Todo ano tem esse reajuste em setembro, mas neste ano o valor vai
ser maior porque tem que repor as perdas do ano todo, sem falar que há
alguns meses houve retração nos preços. Além do reajuste salarial, temos
que repassar a questão da logística, o preço do combustível que deve
subir até o final do ano, enfim, são vários fatores que colaboraram com
esse reajuste”, explicou Sandra Ruiz, presidente da Sinegás.
As empresas revendedoras devem passar o aumento definido pelas
grandes companhias distribuidoras, que por sua vez lidam com preços
administrados pelo governo. “Na segunda-feira, quando eu for pegar o
carregamento na distribuidora o valor já vai estar reajustado, por isso
temos que repassar ao consumidor”, reforçou Sandra.
O reajuste anunciado para esta segunda não afeta apenas o gás de
cozinha. Também são majorados os preços dos cilindros de 45 quilos e dos
recipientes do tipo P20 (usado em empilhadeiras e similares). Todos
utilizam o GLP (gás liquefeito do petróleo). “O botijão comum de 13 kg
vai ter o preço oscilando entre R$ 52 e R$ 55, até o mercado aceitar um
valor. Já o cilindro de gás industrial, de 45 kg, que hoje custa R$ 165,
será vendido com preço em torno de R$ 185, R$ 190. O negócio é que
ninguém sabe ao certo quanto vai subir. A meta ta aí, entre 15% e 18%,
agora vai depender do mercado”, analisou o dono de uma revenda de gás em
Cianorte, Carlos Alberto Camacho.
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